A nova geração política do Brasil

Como medir a vida útil de um político majoritário? Eu não sei, é difícil, mas ela tem o seu limite. Prova disso são as mudanças que os estados brasileiros vêm sofrendo, de norte a sul do país, novas lideranças com potencial majoritário vão surgindo e outras já são realidade.

Anos atrás, víamos apenas candidatos de carreira, de nome testado nas urnas e de imagem consagrada, competindo aos cargos majoritários, só que nos últimos anos o quadro político brasileiro vem sofrendo constante renovação, ganhando eleições, líderes com menos de 50 anos.

Em Roraima, extremo norte do Brasil, o seu governador, em segundo mandato, José de Anchieta júnior, tem apenas 46 anos. Já o Amazonas teve por dois mandatos, Eduardo Braga, que é atualmente senador da República, como governador do estado, assumindo a primeira vez em 2003 com apenas 43 anos. E este é um fenômeno nacional. Minas Gerais, a exemplo do Amazonas, também viu Aécio Neves assumir o governo aos 43 anos e seu sucessor, Antônio Anastasia, aos 49 e governando o Paraná, está Beto Richa, aos 46.

Estes são algumas das novas lideranças do país que já conseguiram eleição majoritária e as eleições do ano que vem trarão outras novidades, jovens lideranças com o mesmo potencial, o que incorrerá em novas mudanças na esfera política nacional.

Vemos que já é intensa a movimentação em torno das eleições de 2012. Das novas caras que estão surgindo no cenário político e que possivelmente disputarão as próximas eleições em capitais do país, citamos: Em Boa Vista – RR, Rodrigo Jucá (30); Manaus – AM, Hissa Abrahão (30); Salvador – BA, ACM Neto (32); Porto Alegre – RS, Manuela d’Ávila (30); e por fim, em São Paulo – SP, pelo menos três pré-candidatos possuem idade inferior a 50 anos, Fernando Haddad (48), Gabriel Chalita (42) e Netinho de Paula (41). Esta lista é ainda maior, o que encaro com boas perspectivas de uma nova oxigenação na política do país, fruto da nossa democracia representativa.

Como disse o grande pensador político, Cesar Maia, os partidos tendem a escolher seus candidatos conforme popularidade anunciada nas pesquisas, reforçando assim, com “a espetacularização eleitoral, o fator imagem”, sendo esta, o principal ativo de um homem público, assunto discutido anteriormente neste blog.

É grande a expectativa para a próxima eleição, mas o que nos resta é aguardar os resultados das urnas do ano que vem para confirmar os nomes que serão promovidos à esfera majoritário do Brasil. E que venham líderes honestos e preocupados com o desenvolvimento da nação. O certamente povo agradece.

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